34 Anos Após Sua Morte, Freddie Mercury Continua a Surpreender com Presentes de Natal

Freddie Mercury no Natal
Freddie Mercury adorava o Natal –

Freddie Mercury era conhecido por sua extravagância e generosidade. Enquanto muitos o lembram por seu talento vocal e performances memoráveis com o Queen, poucos são cientes de que sua bondade persistiu após sua morte. Antes de falecer em novembro de 1991, Mercury tomou uma ação que ainda ressoa hoje. Ele organizou para que, a cada Natal, presentes fossem enviados a pessoas queridas em seu nome.

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Para isso, ele fez um acordo vitalício com a famosa loja de departamentos Fortnum & Mason, em Londres. Assim, uma lista especial de amigos, familiares e afilhados receberia anualmente uma cesta de presentes paga por seu espólio.

A tradição começou logo após sua morte e já dura mais de trinta anos. Através desse gesto, Mercury continua a celebrar o feriado com recordações destinadas a uma comunidade próxima que ele valorizava em vida.

Lembrado para sempre

Aqueles que vivenciam essa tradição descrevem o gesto como um reflexo do amor que sentia, além de uma forma de eternizar sua presença entre aqueles que o amavam.

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A loja Fortnum & Mason é conhecida mundialmente por seus luxuosos cestos de Natal. Uma combinação de tradição e sofisticação, composta por vinhos finos, doces, queijos e outras delícias, tudo apresentado em icônicas embalagens de vime que datam do século XVIII.

O mais famoso, o Imperial Hamper, pode custar até 6.000 libras, recheado com uma variedade de itens requintados perfeitos para as festividades.

Esse acordo assegura que, todos os anos, esses presentes especiais sigam seu caminho sem falhas. A cada Natal, os nomes na lista que ele deixou recebem uma cesta diretamente da loja em Londres, transformando o feriado em um momento de amor e recordação contínua do artista.

Histórias que atravessam gerações

Elton John, um dos amigos mais próximos de Freddie, compartilhou em sua autobiografia um episódio que torna essa tradição ainda mais íntima. Na manhã de Natal de 1991, poucos dias após a morte de Mercury, alguém bateu à porta de Elton trazendo um presente dele.

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Dentro de uma fronha, havia uma pintura de um dos artistas favoritos de Elton, Henry Scott Tuke, acompanhada de uma nota: “Querida Sharon, vi isto em um leilão e achei que você iria adorar. Com amor, Melina” — apelidos carinhosos que ambos costumavam usar.

Esse episódio não só reforça a natureza carinhosa de Mercury, mas também como via suas relações: não como interações superficiais, mas como laços significativos e cheios de cuidado. A fronha com a aquarela permanece ao lado da cama de Elton John como um símbolo desse afeto eterno.

Peter Freestone, assistente pessoal e amigo de Mercury por mais de dez anos, descreveu o espírito do cantor de forma sublime. Para ele, Freddie sempre priorizava os outros e se alegrava em fazer gestos que proporcionassem felicidade àqueles à sua volta. Além dos presentes de Natal, ele mantinha um caderno com as datas de aniversários de todos os seus amigos para nunca deixar de enviar uma lembrança ou cartão.

A tradição iniciada por ele permanece viva, tornando-se parte das comemorações natalinas de muitos que o conheceram, reforçando o legado de um artista que transformou suas conexões pessoais em constantes atos de amor e recordação.