Após um hiato desde sua última aparição em “Fuzuê”, Rômulo Arantes Neto voltou a ser destaque ao abordar um tema muito pessoal em sua vida. Em sua participação no programa “Sem Censura”, da TV Brasil, apresentado por Cissa Guimarães, o ator revisitou a perda prematura de seu pai, Rômulo Arantes, que faleceu em 2000, quando ele ainda era criança.
Seu pai, um ex-nadador olímpico, perdeu a vida aos 42 anos em um acidente aéreo com um ultraleve. Durante a entrevista, Rômulo Arantes Neto falou sobre a forte conexão que sempre teve com seu pai, que era uma figura carismática e querido, e o ensinava sobre diversos esportes. Ele enfatizou que seu relacionamento com o pai era muito especial.
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“Era um amor imenso, eu o admirava muito. Ele trazia alegria e ensinamentos valiosos. Nossa relação era realmente bonita”, lembrou. No entanto, essa tragédia forçou Rômulo a mudar de vida, obrigando-o a se mudar para a casa da mãe e passando a lidar com o luto de forma reclusa: “Foi muito difícil e guardei os sentimentos para mim”.
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Rômulo Arantes Neto se cuidou com esporte e terapia
O ator enfrentou a infância e a adolescência sem compartilhar sua dor. Ao conversar com Cissa Guimarães, ele mencionou um aspecto delicado: agora se aproxima da idade que seu pai tinha ao falece. Contudo, procurou ajuda profissional e começou a fazer terapia, o que o ajudou a lidar com essa ausência ao longo dos anos.
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Segundo Rômulo, esse processo demandou paciência e persistência. “Com o tempo, tentamos curar essa dor, pois é algo que machuca muito, e a vida precisa seguir. É necessário continuar”, afirmou durante a entrevista. Ele descreveu um caminho de enfrentamento e adaptação emocional constante. O esporte desempenhou um papel crucial nessa jornada.
Rômulo ressaltou que a prática esportiva sempre foi uma forma de lidar com os sentimentos reprimidos. “Fazer esporte sempre foi uma ajudinha. Uma válvula de escape”, contou ele. Em seguida, ele detalhou: “Por isso sempre fui muito intenso em minhas atividades físicas. Essa é a terapia que encontrei para liberar minha dor”.