CCXP25: Deborah Revela Comparação de Surfistinha com Mickey e Batman

Deborah Secco
Foto: Léo Franco/ AgNews
Deborah Secco – Foto: Léo Franco/ AgNews

A CCXP25 trouxe novamente o cinema nacional ao palco Thunder, apresentando um painel de “Bruna Surfistinha 2”, com a presença de Deborah Secco e do diretor Marcos Baldini. Ambos estavam visivelmente emocionados com a concretização da sequência.

Deborah Secco fala sobre sua experiência

“Não imaginei que faria a continuação do ‘Bruna Surfistinha’. Foi um filme marcante na minha vida e tinha receios sobre como seria recebido. Acredito que conseguimos realizar uma entrega surpreendente e estou feliz em perceber que a Bruna ainda preserva seu apelo”, comentou.

A atriz destacou a fama que o filme lhe trouxe, o que a motivou para o segundo: “Fiquei duas horas em pé ao lado de uma prancha, com uma fila de fãs tirando fotos, como se eu fosse o Mickey. Isso me fez perceber que as pessoas realmente valorizam essa história”, relatou Deborah.

Esse reconhecimento deu início à produção: “Começamos a explorar a história para mostrar como a personagem se comportaria hoje. Identificamos muitos tópicos relevantes que merecem discussão e atenção”, explicou.

“Ainda é um tabu falar sobre sexo, sexualidade feminina e prostituição. Percebemos que havia uma história poderosa a ser contada e resolvemos nos aventurar”, adicionou.

Ela destacou: “É uma grande responsabilidade retomar uma personagem de tanto sucesso, mas estamos dispostos a assumir esse desafio”.

Filme se consagra como um marco

A produção está em pleno andamento: “Acabei de sair do set de filmagem e já volto a gravar. As filmagens começaram e quando a Deborah entrou em cena, foi um espetáculo! Todos ficaram deslumbrados, como se o Batman tivesse aparecido”, garantiu o diretor.

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Ele compartilhou que muitos elogiavam o primeiro filme de forma surpreendente: “Costumava ouvir: eu assisti ao seu filme e gostei. Era impressionante ouvir isso”, disse.

Por fim, Deborah esclareceu que a sequência aborda o primeiro filme como parte de um universo próprio, enquanto o segundo combina a biografia de Raquel com eventos novos. “Os personagens agora falam sobre si mesmos e exploramos essa liberdade sobre uma mulher que discute sua sexualidade, que já teve um filme sobre sua história. Isso nos proporcionou uma grande oportunidade durante a produção”, finalizou.

Deborah Secco
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