A Vitrine Filmes apresentou o longa “O Rei da Internet” em um painel no Palco Thunder da CCXP25, com a presença de João Guilherme. Juntamente com ele, esteve o diretor e co-roteirista Fabrício Bittar e Daniel Nascimento, a inspiração real para a trama.
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O ator expressou sua felicidade com o papel: “Eu pude estudar, pesquisar, ter essa imersão, e é louco, porque era uma época em que a internet tinha um charme caótico. Aquilo conferia poder e liberdade a quem realmente sabia explorá-la, quebrando códigos e barreiras. Essa sensação de liberdade é algo que tentei trazer para o personagem, explorando como a internet proporcionava essa liberdade na época.”
“Li o livro, mas para fazer o filme, queria entender mais do que apenas o que estava no texto. Realizamos várias conversas. Entrevistando o Daniel, busquei captar a essência da verdade dele. Muitas vezes, não acreditava, questionando: ‘Você realmente fez isso?’ Parece inacreditável”, completou.
João Guilherme falou ainda sobre seu processo criativo: “Eu sempre me sinto entrando em um novo universo. A colaboração com a direção de arte, a fotografia e o figurino foi incrível. O figurino, em particular, é uma das minhas partes favoritas. Contribuí bastante e buscamos refletir o estilo daquela época, dos jovens que estavam moldando seu próprio estilo de vida, tornando a experiência muito prazerosa.”
Mensagem sobre segurança na Internet
Os membros do elenco discutiram a atual falta de segurança na internet, compartilhando experiências pessoais com golpes e fraudes online. O diretor comentou sobre a mensagem do filme: “Ainda enfrentamos problemas semelhantes. É importante que as pessoas compreendam que a internet é uma ferramenta.”
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“Ela pode proteger, mas também pode ferir. Ela pode mudar vidas. Devemos ter responsabilidade e cuidado, pois nossa vida inteira está ali. A segurança no ambiente digital é crucial. Sem ela, como estaríamos?”
Por fim, ele destacou: “Um aspecto que me intrigou na história do Daniel é que ele possuía um talento que ninguém percebeu. A escola e a família não reconheceram, mas o crime enxergou e se aproveitou. Isso levanta uma reflexão importante: muitas vezes, a rebeldia pode ser confundida com talento.”