O deputado federal Mário Frias (PL) voltou a recorrer à Justiça em mais um embate com a atriz Samara Felippo, com quem atuou anteriormente. Desta vez, o parlamentar busca impedir que a ex-colega de elenco faça menções ao seu nome em publicações que critiquem sua posição política.
Samara já enfrentou uma condenação anterior. Entenda!
A ação está em trâmites na 2ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo e reacende um conflito que já teve desdobramentos judiciais recentes.
Segundo informações da coluna Painel, da Folha de S.Paulo, o novo processo foi motivado por uma postagem de Samara, feita em 13 de dezembro de 2025. Naquela ocasião, a artista compartilhou uma imagem de Mário Frias ao lado de pessoas condenadas criminalmente. O objetivo da publicação era evidenciar que todos os mencionados tinham “fãs”, o que gerou uma reação imediata por parte do deputado.
Postagem provoca nova ação judicial
Na ação protocolada, Frias argumenta que a associação feita pela atriz ultrapassa os limites da crítica. Ele alega que a publicação “ofensiva macula sua honra e imagem ao associá-lo a criminosos de alta periculosidade, caracterizando um abuso de direito e reiteração de conduta ilícita previamente julgada.” Com isso, ele busca proibir novas menções semelhantes em redes sociais.
O que Samara Felippo fez?
O deputado também aponta que esse episódio reforça um histórico de desavenças entre ambos, marcado por decisões judiciais anteriores. Portanto, a nova ação visa não apenas reparação, mas também restrições quanto ao uso de seu nome em conteúdo político publicado pela atriz.
Histórico de condenação pesa no novo processo
O conflito entre Mário Frias e Samara Felippo já havia chegado aos tribunais em 2024. Naquela ocasião, o deputado ganhou uma ação contra a atriz, após ela ter publicado uma foto dele acompanhada de emojis de cavalo, palhaço e cocô.
A Justiça considerou a postagem ofensiva e determinou o pagamento de R$ 15 mil por danos morais.
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Agora, o novo processo surge como uma continuidade desse histórico. Enquanto a ação segue sendo analisada, o caso volta a movimentar debates sobre os limites entre crítica política, liberdade de expressão e ofensa à honra, principalmente quando envolve figuras públicas com trajetória artística e atuação política ativa.