A grande final da edição de 20 anos do quadro Dança dos Famosos, do Domingão com Huck, da TV Globo, acontece ao vivo no domingo, 7 de dezembro. Os finalistas, Manu Bahtidão e Heron Leal, Silvero Pereira e Thais Sousa, além de Wanessa e Diego Basílio, estarão performando com valsa e samba.
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O que dizem os finalistas? Confira:
Foram quatro meses de uma jornada intensa. Que balanço você faz da sua participação?
Manu – Ah, foi uma jornada de muita resiliência. Não imaginei que chegaria até aqui. A dança me ensinou muito e trouxe resistência, tanto física quanto mental. Indico a dança para todos, pois ajuda a ser mais feliz e leve. Fiz grandes amigos e levarei todos eles para minha vida.
Silvero – Aprendi a respeitar o ofício de dançarino e professor. Entendi a crueldade do mercado, onde dançarinos se apresentam até os 27, 30 anos e depois precisam se adaptar a novos papéis. Aprendi a respeitar meu corpo, meus limites e minhas origens.
Wanessa – Para mim, a palavra é gratidão. Entrei sem expectativas, e a dança me proporcionou tudo. Não esperava que a dança me desse confiança, amigos e aprendizados. Sinto que estou saindo daqui uma artista melhor.
Deu pra sentir o carinho do público e um reconhecimento por parte de um novo público com sua participação?
Manu – Em todos os lugares que passei, me senti amada. As pessoas vinham falar comigo, dizendo que torciam e gostavam da coreografia. Foi incrível viver isso.
Silvero – Recebi muito carinho. Dançar no Brasil é um aprendizado sobre as origens das danças e o que elas significam. O Dança dos Famosos é especial porque faz as pessoas acreditarem que é possível aprender e se divertir dançando.
Wanessa – Sim! Foi uma troca muito rica com o público. Sinto que tudo que está acontecendo é um presente de Deus, tudo se encaixou.
Que estilo mais te desafiou e qual ritmo você mais gostou de ter dançado?
Manu – O forró foi muito divertido para mim, pois sou nordestina e já nasci com aquele molejo. O mais difícil foi o tango, pela postura e pelos desafios da coreografia. Aprender a dançar em cima de mesas foi complicado.
Silvero – O sertanejo me desafiou bastante, eu entrei nervoso e inseguro. Mas o piseiro foi o ritmo em que me senti à vontade, por ser minha origem.
Wanessa – O forró me desafiou, especialmente numa crise de ansiedade que tive. Os ritmos que mais flui foram o zouk e a salsa, pois já tenho familiaridade.
E como está a expectativa para a final? A dança vai seguir na sua vida?
Manu – É uma grande vitória para mim, e a dança permanecerá na minha vida. Sempre fui apaixonada e quero continuar dançando.
Silvero – Estoy incentivando amigos a dançar e montando uma turma de dança em Fortaleza. A dança vai comigo para sempre.
Wanessa – O corpo está cansado, quase como uma rotina de atleta, mas quero voltar a dançar e estudar outros ritmos.