Sophie Charlotte Prioriza o Natal em Família e Diminui o Ritmo

Sophie Charlotte
Sophie Charlotte

Entre a intensa agenda de gravações de “Três Graças” e o sucesso inesperado de Gerluce – personagem que se tornou um verdadeiro meme entre muitas brasileiras -, Sophie Charlotte opta por um momento de desaceleração quando o Natal se aproxima.

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Este ano, a atriz troca a sua casa por um lugar repleto de histórias: a residência que pertenceu à avó paterna, em Niterói, onde se reúne a parte paraense da família.

A escolha é carregada de significado. O encontro apresenta uma mistura de tradição e afeto, longe de idealizações. A mesa farta é acompanhada de conversas animadas, lembranças se misturam a risos, e o convívio é intenso. Para Sophie, essa cena traduz o verdadeiro espírito natalino.

“Tem muitos pratos deliciosos típicos, cada um contribui de uma forma e a gente faz uma superfesta reunindo todos os tios, primos e seus filhos. É a minha celebração favorita,” compartilha a atriz, descrevendo o encontro como uma combinação vibrante de amor e sinceridade.

“É maravilhoso ter uma família unida. Tem carinho, mas também rola discussão, gente falando alto, um se metendo na vida do outro… Eu amo!”

Casa cheia, mesa farta e afeto sem filtro

Embora a principal celebração aconteça fora, o clima natalino também invade o lar de Sophie. A decoração é feita de forma afetiva, longe de padrões rígidos.

A árvore, com um aspecto mais natural, guarda histórias em cada detalhe, memória acumulada ao longo do tempo.

Nada ali surge sem um propósito. Cada enfeite carrega sua própria origem e significado. Alguns são heranças dos pais, outros vieram de viagens, enquanto alguns chegaram como presentes de amigos próximos. Assim, a árvore se transforma quase em um arquivo emocional, que evolui a cada Natal.

Uma árvore, muitas histórias e memória afetiva

Durante esse processo, Sophie divide o ritual com aqueles que estão perto. Neste ano, contou com a ajuda do Xamã na parte mais estrutural da montagem, especialmente na organização das luzes. No entanto, a história da árvore é muito anterior a isso.

Para comprá-la, a atriz fez uma viagem de metrô com o pai até a Saara, no Centro do Rio, numa época em que esse passeio tinha tanto valor quanto o objeto que escolheram. Esse gesto permanece fresco na memória.

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“Neste ano, contei com a ajuda do Xamã na parte das luzinhas, de montar essa estrutura. Para comprá-la, fui com meu pai de metrô até a Saara, no Centro do Rio. Tenho muito carinho por ela. É uma árvore cheia de significado. Alguns enfeites eram dos meus pais, outros trouxe de viagem e ganhei de amigos,” revela Sophie.

Assim, entre gravações, personagens que emocionam o público e uma rotina agitada, o Natal se destaca como um momento de pausa. Não como entretenimento, mas como um encontro. Não como obrigação, mas como escolha. E, acima de tudo, como um retorno às raízes que continuam fazendo sentido, ano após ano.